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22/11/2020

A avalanche das minorias em cargos políticos nas eleições de 2020.

O ano de 2020 não ficará marcado, apenas, pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19), mas, também, pela massiva ocupação de cargos políticos por parte da população considerada mais vulnerável, como: as mulheres, os negros, os índios e a comunidade LGBTI+.

 

As minorias a ocuparem cargos políticos vieram com toda a força nas eleições de 2020 para tomar os espaços de poder há tanto tempo reivindicados e não concedidos na política, por motivos dos mais variados, como, principalmente, por questões culturais com grandes traços patriarcais nesse setor.

 

O que ocorreu foi uma quebra de paradigmas, com a alteração dos conceitos até hoje tão arraigados em nossa sociedade, dando espaços para a pluralidade que está cada dia mais presente em todos os setores, na política não seria diferente, pois.

 

A novidade, agora, é que as mulheres, os negros, os índios e a comunidade LGBTI+ mobilizaram-se com força e determinação, colocando sua capacidade de representatividade à prova. E para surpresa de todos, ou não, foram acolhidos e estarão ocupando um grande número de cargos de poder (Prefeitos/as e Vereadores/as) a partir do ano de 2021.

 

Com certeza essa é uma tendência que veio para ficar e se intensificará com o passar dos anos. Essa “revolução” é um caminho sem volta, ou como muito tem se ouvido nesse período de pandemia, será o “novo normal”. Podemos até ousar dizer que estamos vivenciando um empoderamento da comunidade mais fragilizada nos espaços de ocupação predominantemente masculina/branca.

 

A verdade é que, em meio a todo caos e sofrimento vivenciados nesse ano, estamos encerrando 2020 com essa grata surpresa eleitoral e com a certeza de que estamos caminhando para um futuro com muita riqueza, ideias novas borbulhando e uma grande pluralidade no meio político. Que seja o início de uma longa e encantadora jornada!